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O outono chega e, com ele, as doenças típicas desta época. Como sei que os casos de bronquiolite, infecção viral que atinge os bronquíolos (parte mais delicada do pulmão) dos bebês também aumentam muito neste tempo, separei todas as informações sobre sintomas, tratamento e muito mais. 
As famílias que precisam ficar mais atentas são as que têm crianças mais novas (menores de um ano) em casa; os prematuros; os portadores de doenças cardíacas ou de doença pulmonar crônica (broncodisplasia); os imunodeficientes; os bebês que nascem com baixo peso estão no grupo daqueles que possuem maior risco de desenvolver quadros de bronquiolite mais graves, que necessitam de internação, por vezes em Unidade de Terapia Intensica (UTI).
Importante: procure sempre a orientação de um pediatra!
Até mais!

SINTOMAS: tudo começa como como um resfriado, com obstrução nasal, coriza clara, tosse, febre, recusa das mamadas e irritabilidade de intensidade variável. Em um ou dois dias, o quadro evolui para tosse mais intensa, dificuldade para respirar, respiração rápida e sibilância (chiado/chio de peito). Por vezes, podem haver sinais e sintomas mais graves, como sonolência, gemência, cianose (arroxeamento dos lábios e extremidades) e pausas respiratórias.
TRATAMENTO: na maioria dos casos, especialmente das crianças sem fatores de risco, a evolução do quadro é benigna, sem necessidade de nenhum tratamento medicamentoso, evoluindo para cura. Nos casos em que há necessidade de algum tipo de intervenção, a maior parte pode ser feita em casa, com acompanhamento da febre, observação do padrão respiratório e cuidados para manter o estado do bebê em termos de hidratação e nutrição em níveis adequados. Em casos mais graves, a internação é necessária para que se possa ofertar oxigênio aos pacientes. Há situações em que eles também podem se beneficiar com o uso de uma inalação especial com solução salina hipertônica. A admissão em UTI para o suporte ventilatório adequado é rara, mas pode ocorrer em até 15% das crianças internadas.
PREVENÇÃO: medidas simples e eficazes nos cuidados de bebês, especialmente nos menores de um ano de vida e naqueles com fatores de risco, podem protegê-los dos quadros de bronquiolite. Por isso, é recomendável evitar o contato com crianças e adultos resfriados, lavar as mãos e higienizá-las com álcool 70%, principalmente antes de tocar os bebês. Também se sugere fugir de aglomerações, promover a amamentação e evitar o tabagismo passivo. Finalmente, deve-se buscar o acompanhamento pediátrico para monitorar o crescimento, a introdução adequada da alimentação e o cumprimento do calendário de vacinação.

Por um bom tempo, o berço será o local de aconchego e segurança para seu pequeno. Portanto, é um investimento que deve ser feito após pesquisas sobre materiais e qualidade.

Vamos às dicas?

1. O primeiro ponto a ser analisado é a solidez do berço: preste atenção para que sua estrutura não se move e busque referências de produtos que durem, pelo menos, três anos.

2.Um berço seguro não deve ter decoração que possa cair ou ser arrancada para que não cause um acidente como engasgos e sufocamentos.

3. O tamanho não interfere na segurança, desde que o colchão fique bem ajustado, sem espaços para que o bebê enfie os seus dedinhos.

4.As grades são outro ponto importante. Para que o bebê não possa colocar sua cabeça entre elas, a recomendação é que elas tenham menos do que 6 cm de distância entre elas e,sempre que possível, revise regularmente o estado das grades, principalmente se forem de madeira, para que o bebê não se arranhe.

5.Também é muito importante que o berço não esteja perto de janelas, persianas ou cortinas. O restante das medidas de segurança que você deve ter são as mesmas que utiliza no resto da casa.

6. Vigie sempre a temperatura do quarto onde o berço estiver situado e busque que seja um ambiente saudável e seguro para que não ocorram acidentes domésticos.

7. Não deixe nenhum objeto dentro do berço, como ursos de pelúcia, rolinhos, almofadas e travesseiros. Os lençóis e mantas devem ficar presos.

8. Não coloque protetores acolchoados nas laterais do berço.

9. Visando minimizar os riscos de sufocamento, as medidas de segurança ainda devem ser somadas à posição correta do bebê dormir, que é de barriga para cima e rostinho virado.

 

Fonte:https://br.guiainfantil.com/materias/decoracaoa-seguranca-dos-bebes-no-berco/ 

Preparar o cantinho do baby é algo especial. Dedicamos todos os nossos esforços para deixar cada espaço confortável e lindo! Por outro lado, estão os cuidados com a saúde da mãe e do bebê. Além do acompanhamento do obstetra, nutricionista e outros profissionais, é importante que os pais agendem uma consulta com pediatra para que muitas dúvidas sejam sanadas e situações sejam preparadas.

 

O ideal é agendar o encontro depois das 32 semanas de gestação. Outros pontos que apontam a vantagem da consulta durante a gravidez:

 

• Conhecer a pediatra e, assim, evitar a visita a vários de consultórios com o bebê recém-nascido. Dessa maneira, podem ter confiança no profissional que irá acompanhar seu filho ou sua filha.

• Receber informações sobre o aleitamento materno e, desta maneira, prevenir os problemas na amamentação.

• Registrar explicações sobre pontos importantes da preparação da chegada do baby como, por exemplo, a farmacinha.

• Aprender sobre a limpeza do umbigo, a troca de fraldas, o banho de sol, a limpeza oral do bebê entre outros assuntos.

• Descobrir as informações sobre como reduzir os riscos de morte súbita. 

• Aprender a fazer a manobra para desobstruir as vias aéreas do bebê em caso de engasgo.

• Receber orientações sobre icterícia (quando o neném fica amarelinho).

• Conversar sobre quais os exames devem ser feitos no primeiro mês do bebê e um apanhado geral sobre vacinas.
 

Antes de tirar leite deve-se anotar a data e a hora em que o leite foi retirado e só depois começar o processo de extração. Depois de extrair o leite, deve-se fechar o recipiente e colocá-lo numa bacia com água fria e pedrinhas de gelo por cerca de 2 minutos para depois guardá-lo na geladeira, freezer ou congelador. 
Esse cuidado garante o resfriamento rápido do leite, evitando sua contaminação. Quanto tempo dura o leite materno? O tempo de conservação do leite materno depende do local onde é armazenado:Armazenar temperatura ambiente - 40 minutos.
  •  Se o bebê for prematuro não é recomendado conservar o leite à temperatura ambiente; Geladeira - utilizar em até 48 horas, mas 24 horas para bebê prematuro; 
  • Congelador dentro da geladeira - não é recomendado porque pode ter variações de temperatura cada vez que abre a porta da geladeira; 
Algumas recomendações importantes são:
  •  Não voltar a congelar o leite materno que esteve na temperatura ambiente por mais de 30 minutos, nem as sobras do leite que podem ficar na mamadeira. No entanto, é possível voltar a congelar o leite se o recipiente ainda não tiver sido usado e se ele estiver na geladeira por menos de 48 horas. 
Como descongelar o leite materno 
  • Para descongelar o leite materno é preciso: Retirar o leite do freezer ou congelador algumas horas antes de utilizar e deixar descongelar lentamente; Colocar o recipiente numa bacia com água morna para ficar na temperatura ambiente; Para saber a temperatura do leite, pode-se colocar umas gotinhas do leite no dorso da mão.
  •  A temperatura não deverá estar muito alta para não queimar o bebê; Dar o leite para o bebê numa mamadeira devidamente esterilizada e não reaproveitar o leite que pode sobrar na mamadeira porque ele já entrou em contato com a boca do bebê e poderá estar impróprio para o consumo. O leite congelado não deve ser aquecido no fogão ou no microondas porque ele pode ficar muito quente, o ideal é aquece o leite em banho-maria.

Se você tem aflição só de pensar no corte de unhas ou está com dúvidas sobre como limpar as orelhas, confira essas superdicas, que, além de deixá-la mais segura, vão garantir procedimentos de higiene mais assertivos.

Vamos às dicas:

  •  Ficar insegura ao aparar a região é comum, e não é à toa que existem cortadores que trazem até lente de aumento para facilitar a visão dos cuidadores. Os utensílios devem ter pontas arredondadas, no caso de tesouras, ou lâminas mais curtas, no caso dos cortadores.
  •  Antes de iniciar o corte, tente se tranquilizar e segure delicadamente os dedos do pequeno.
  • Para evitar arranhões, o ideal é que as unhas fiquem rentes aos dedos.
  • Para driblar tensões, tente realizar o procedimento com o bebê dormindo. 
  • Corte as unhas sem arredondar as pontas, para evitar que elas encravem.
  • Nunca retire a cutícula.
  • Se perceber que ficou algum traço irregular, passe levemente a lixa própria para unhas de bebês, que geralmente acompanha os kits.

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© 2018 Dra. Cláudia Carneiro | Pediatria e Homeopatia

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