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Horas de sono diário: 11 a 15 horas.

 

Gradualmente interessa-se pela comida do adulto e leva os alimentos à boca.

Como já não se engasga tão facilmente, esta é uma boa hora para oferecer novos alimentos que podem ser comidos à mão, e cortados em pequenos pedaços como fruta ou legumes cozidos.

AS EMOÇÕES E AS RELAÇÕES SOCIAIS

  • Demonstra afeto pelos pais e pelos cuidadores mais próximos.
  • Reage negativamente aos estranhos, que afasta.
  • Faz jogos de imitação.
  • Obedece a ordens simples.
  • Dá “tchau” com as mãozinhas e bate palmas.

LINGUAGEM E APRENDIZAGEM

  • Atua de forma intencional (levanta o pano que cobre o brinquedo).
  • Imita sons.
  • Começa a levar os alimentos à boca.

COMPETÊNCIAS MOTORAS

  • Começa a adquirir as noções de dentro/fora e aqui/ali.
  • Consegue ficar sentado sem apoio.
  • Brinca sentado sem cair.
  • Pode rastejar ou engatinhar, movimentando-se livremente de um lado para o outro.
  • Aponta para os objetos com o dedo indicador.
  • Gosta de brincar com objetos que produzam ruído ou sons musicais.
  • Gosta de cores fortes.
  • Agarra objetos pequenos entre o polegar e o indicador.
  • Atira os objetos para o chão de forma intencional.


A visão é o sentido mais importante para o desenvolvimento físico e cognitivo da criança. Gestos e condutas são apreendidos quando ela observa as pessoas ao seu redor. Pensando nisso, pais e professores devem ficar atentos ao comportamento dos pequenos, pois um prejuízo no desenvolvimento visual pode ter consequências negativas para o resto da vida.

Mas de que maneira observamos alterações nos olhos dos pequenos?


Existem algumas pistas que permitem ao médico flagrar problemas logo cedo. O Teste do Reflexo Vermelho (TRV), por exemplo, deve ser realizado pelo pediatra no berçário e repetido aos 30 dias, 1 e 3 anos de idade para avaliar alterações da transparência dos meios ópticos do olho e, dessa maneira, detectar a presença de catarata e glaucoma congênitos (quando a criança nasce com esses problemas) ou retinoblastoma (um tumor ocular que aparece ao redor dos 18 meses de vida). Com o tratamento precoce, é possível restabelecer boa parte da visão.
Os pais, por sua vez, podem tirar fotos e observar nelas o reflexo vermelho na área da pupila de seus filhos.

Devem ainda analisar a face da criança observando assimetrias ou alterações dos olhos e seus anexos. Existe assimetria facial ou das fendas das pálpebras? As bordas da pálpebra são vermelhas e possuem crostas? Há lacrimejamento ou olhos vermelhos? A pupila é branca, está fora da posição central ou tem tamanhos diferentes?


O que faz suspeitar que a criança pode não enxergar?


Preste atenção se o pequeno apresenta desinteresse por leitura ou é muito disperso, se ele se aproxima muito dos livros, da lousa ou da televisão para enxergar melhor e se costuma apertar os olhos para ver com nitidez.

Dificuldades de aprendizado na escola podem ter uma causa visual, por isso ela deve ser avaliada e afastada. Ainda assim, devemos lembrar que existem outras razões para que isso aconteça, como déficit auditivo, problemas psicológicos ou emocionais e condições como dislexia e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).

O erro refrativo, que compromete a capacidade visual, está presente em 8% das crianças menores de 4 anos e em 22% das crianças com até 9 anos. Quando os erros refrativos de alto grau não são corrigidos, o mundo da criança é limitado, seu rendimento escolar prejudicado e, muitas vezes, surgem queixas de dor de cabeça e dispersão. Há repercussões também no comportamento: a miopia, quando não tratada, pode estar associada a uma personalidade introvertida. Hipermetropia e astigmatismo também podem levar a cefaleia, dispersão e pouca disposição para a leitura.

Cabe observar também se os olhos da criança estão constantemente vermelhos ou se ela acusa dor na região. Isso pode sugerir a existência de um grupo de doenças como conjuntivite, uveíte e neurite óptica, o que exige tratamento imediato. Erros refrativos, olho seco e até tumores cerebrais também podem provocar dor.

Não existe um consenso de quando a criança deve ser avaliada preventivamente quanto à saúde ocular. Mas, como não é fácil cravar em casa se a criança está enxergando bem, sugere-se que a avaliação com o oftalmologista deva ocorrer a cada um ou dois anos. Isso ajuda a detectar precocemente erros refrativos, estrabismo e doenças oculares capazes de prejudicar o desenvolvimento visual da criança. O exame no consultório é objetivo e as crianças não precisam necessariamente falar para serem avaliadas. Para cada idade, existem tabelas apropriadas.

https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/problemas-de-visao-entre-as-criancas-como-notar-os-sintomas/

Horas de sono diário: 11 a 15 horas


Aos 9 meses, o bebê adora comer com as mãos. Alguns bebês já engatinham a grande velocidade e deslocam-se para todo o lado fortalecendo todos os músculos necessários para a próxima etapa: andar.

Adora puxar a toalha da mesa, abrir e esvaziar armários, espalhar tudo o que encontra. Essa fase é particularmente sensível em termos de segurança. Móveis, esquinas, fichas elétricas, tudo deve ser devidamente protegido e os objetos e substâncias perigosas arrumados em local vedado à criança.

AS EMOÇÕES E AS RELAÇÕES SOCIAIS

 

Linguagem e aprendizagem

  • Diz palavras de duas sílabas: “mamã”, “papá”, …
  • Distingue os familiares de pessoas estranhas.
  • Tem noção do objeto permanente, começando a criar ligações emocionais com pessoas e objetos.

 

COMPETÊNCIAS MOTORAS

 

  • Senta-se sozinha por 10-15 minutos, e consegue sentar-se de lado.
  • Move-se na posição de gatos, consegue alterar a posição das pernas, alongar-se para alcançar algum objeto ou para transferir os braços para um apoio mais elevado.
  • Desloca-se rolando ou rastejando, podem engatinhar, mas alguns só o fazem a partir dos 10/11 meses.
  • Desenvolve o equilíbrio em pé, volta a cabeça e o tronco para visualizar e explorar o ambiente.
  • Aponta com o indicador.
  • Procura e baixa-se para apanhar objetos.
  • Ao final dos 9 meses leva bolachas à boca, mastigando.

 

SINAIS DE ALARME

 

  • Não se levanta sem apoio.
  • Não estende os braços.
  • Não levanta a cabeça.
  • Sentado não usa as mãos para brincar.
  • Não rola de decúbito ventral (de barriga para baixo).
  • Permanece sentado e imóvel sem procurar mudar de posição.
  • Assimetrias.
  • Não transfere objetos de uma mão para a outra.
  • Sem preensão palmar, não leva objetos à boca.
  • Engasga-se com facilidade.
  • Estrabismo.
  • Não reage aos sons.
  • Vocaliza monotonamente ou perde a vocalização.
  • Apático.
  • Não distingue familiares.


https://www.maemequer.pt/desenvolvimento-infantil/desenvolvimento-fase-a-fase/etapas-desenvolvimento/o-bebe-com-9-meses-de-idade/

 

Entre as crianças e adolescentes de zero a 14 anos, as queimaduras são a segunda maior causa de internação por motivos acidentais. O tratamento de uma ferida gerada por uma queimadura é, na maioria das vezes, bastante dolorido e demorado e, em muitos casos, as vítimas acabam com cicatrizes e sequelas permanentes.

 

A pele dos pequenos é mais fina e pode se queimar a temperaturas mais baixas e mais rapidamente. Uma criança dessa faixa etária exposta a água quente a 60° por três segundos terá uma queimadura de terceiro grau, lesão que requer hospitalização e enxertos de pele. Com atenção e algumas medidas preventivas, é possível evitar que acidentes com queimaduras ocorram com as crianças.

 

Mas, e se a queimadura já aconteceu? Como devemos agir? Ao socorrer uma criança ou adolescente que acaba de se queimar, muitas vezes pessoas cometem alguns erros que podem dificultar ainda mais a recuperação de meninos e meninas.

 

Por isso, preparamos esse artigo com tudo o que você NÃO deve fazer em caso de queimadura.

 

• NUNCA passe gelo, manteiga, pomada ou qualquer outra coisa na queimadura.

• Lava a região com água corrente em temperatura ambiente (nunca gelada). Devemos usar a água por tempo suficiente para resfriar o local atingido para que a queimadura não continue a atingir camadas mais profundas da pele.

• Qualquer outra receita caseira ou produto – até mesmo pomadas compradas em farmácias – não devem ser utilizados. A pele queimada fica extremamente sensível e qualquer coisa pode irritá-la ou causar uma infecção.

• JAMAIS fure ou estoure as bolhas, que servem como um curativo natural que protege o local da lesão. Ao furar uma bolha você está expondo o ferimento e corre o risco de infeccioná-lo.

• NÃO tente retirar roupas ou outros materiais que tenham grudado na área queimada, pois podemos estourar alguma bolha ou arrancar a pele que está grudada ao tecido, piorando ainda mais a lesão. O ideal é molhar a vestimenta para resfriá-la e aguardar a chegada de um profissional.

Em casos acidentes graves com queimadura, procure sempre ajuda médica o mais rápido possível. Não mexa no ferimento sem a orientação e supervisão de um profissional treinado para evitar piorar a lesão. Dessa forma, com certeza a recuperação da vítima será mais fácil e rápida.

 

Quando se tem um bebê em casa, tudo vira motivo de preocupação, inclusive os cabelos. Será que esfregar demais ao lavar ou pentear faz mal? Pentear ou esfregar os cabelos de forma mais agressiva pode, sim, arrancar e diminuir o número de fios.

 

Logo após o nascimento, as falhas de cabelo na cabeça do filho costuma deixar muitos pais assustados. Mas é uma troca de cabelo biológica, natural. Normalmente, o ser humano, adulto ou criança, perde, aproximadamente, 100 fios de cabelos por dia. No entanto, se, a partir dos 6 meses, o bebê apresentar uma queda mais importante, os pais devem procurar um médico.

 

Causas não naturais

Dentre os motivos não naturais para a queda de cabelos em bebês, as questões nutricionais estão entre as mais frequentes. A carência de cobre, ferro, zinco e vitamina B12 podem provocar a perda dos fios. Distúrbios da tireoide e a alopecia areata são outros fatores que levam ao problema. Nos dois casos, as doenças estão relacionadas com fatores genéticos e há ainda uma implicação auto-imune na alopecia, que pode formar pequenas ou grandes áreas sem cabelos. Para o distúrbio da tireoide e questões nutricionais, a reposição hormonal e de vitaminas, respectivamente, costuma ser o tratamento mais indicado. Já no caso da alopecia, é preciso o uso de medicamentos e acompanhamento psicológico.

Atrito

O atrito com o travesseiro e o uso inadequado de acessórios (como fivelas), sobretudo em meninas, também são responsáveis por alguns casos de queda de cabelos em bebês. Na maior parte das vezes, esses casos são reversíveis, porém é preciso analisar caso a caso. Prestar atenção na alimentação, usar produtos formulados para a faixa etária da criança e manter em dia as consultas com o pediatra são as formas mais eficazes de evitar problemas nos bebês, inclusive a queda de cabelo.

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© 2018 Dra. Cláudia Carneiro | Pediatria e Homeopatia

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