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O bebê gosta de explorar e de se movimentar, testando os limites dos movimentos do seu corpo. Tudo é novo e o bebê tem uma curiosidade enorme em conhecer tudo o que o rodeia.


Por volta dos 8-9 meses, o bebê começa a gatinhar.
Depois de se manter sentado sem ajuda, tudo o que tem que fazer é pôr as mãos no chão e gatinhar. A partir deste momento, o seu mundo não voltará a ser o mesmo!


Consegue ver de forma cada vez mais nítida os objetos a longa distância e distingue bem as cores. Nesta idade já não deverá ter sinais de estrabismo.


AS EMOÇÕES E AS RELAÇÕES SOCIAIS

  • Relaciona-se com pessoas específicas que conhece bem.
  • Interessa-se pelos sons e movimentos que as pessoas produzem.
  • Gosta de estar acompanhado e provoca a reação dos outros.
  • É desconfiado perante estranhos.
  • É curioso e interessa-se por tudo o que se passa à sua volta.
  • Interage cada vez mais com o meio envolvente.

 

LINGUAGEM E APRENDIZAGEM

  • Guincha.
  • Pronúncia vogais, consoantes e até sílabas (“um”, “da”, “ma”).
  • Gosta de “conversar”.
  • Estabelece contato visual e interage.

COMPETÊNCIAS MOTORAS

  • Predomínio da posição sentada. Tenta puxar-se para a posição de pé.
  • Aguenta-se sentado sem apoio das mãos, ficando livre para brincar.
  • O controle das mãos é muito superior ao dos pés.
  • Passa os objetos de uma mão para a outra.
  • Nesta etapa é bi-unidestro (consegue transferir os objetos de uma mão para a outra).
  • Consegue segurar em dois objetos ao mesmo tempo.
  • Começa a usar o polegar para agarrar melhor os objetos.
  • Atira objetos para o chão.
  • Leva tudo o que apanha à boca.
  • Gosta de morder.
  • Quando deitado, procura sentar-se e levantar a cabeça.
  • Inicia a transição de sentado para deitado de barriga para baixo.
  • Coloca as mãos para a frente, mas não suporta o peso e cai para a frente.
  • Dá início ao rastejar

E você, é mãe de mais de um? Como foi a chegada de um novo bebê no seu lar e como seu outro “bebê” reagiu?

 

Nessa fase da chegada do novo filho, é crucial, mesmo que difícil, conseguir manter o equilíbrio de atenção e cuidados entre os filhos, e aprender a lidar com possíveis ciúmes e problemas que o filho mais velho pode apresentar, o que é perfeitamente normal e compreensível.

 

Tente encontrar horas no seu dia em que possa dedicar um tempinho exclusivo para ele, como na hora do soninho do bebê por exemplo.

 

Converse muito com seu pequeno, faça-o ficar o máximo envolvido e menos excluído com o novo irmãozinho(a), uma dica é estimular o primogênito a ajudar cuidar do pequeno, o que acaba facilitando a aceitação e criando um vínculo maior com o novo integrante da família, e é muito importante, estar sempre sendo elogiado os cuidados.

 

Muitas mamães compram presentes, ou fazem “festas do irmão mais velho” , fazendo o sentir feliz e incluído. Prepare-o para as mudanças sempre com muito amor e carinho, explicando que no início é difícil, pois os bebês dão trabalho, choram muito, e que logo essa fase passa.

 

E que seu amor por ele continuará o mesmo, pois o amor não se divide e nem diminui, apenas aumenta e multiplica!

 

SAL

O sal de cozinha é um aditivo alimentar que não deve ser incluído na alimentação da criança no primeiro ano de vida. O sal intrínseco dos alimentos (o já está naturalmente presente) é suficiente para as necessidades da criança, sendo importante não sobrecarregar o sistema renal que ainda se encontra em desenvolvimento.

AÇÚCAR

O açúcar é outro aditivo que não deve ser incluído na alimentação das crianças, especialmente durante o primeiro ano de vida. Assim, não se deve adicionar açúcar aos alimentos que der ao seu bebé (como o leite, o iogurte ou até mesmo a fruta) e deve limitar ao máximo os produtos processados. O excesso de açúcar nas crianças, além de estar associado ao aumento de peso e diabetes, tem ainda um indesejável efeito cariogênico (favorece o aparecimento de cáries nos dentes).

MEL

O mel será também um dos alimentos a evitar devido ao seu elevado teor em açúcar, o que tem os efeitos referidos acima. Adicionalmente o mel não deve ser introduzido no primeiro ano do bebê também por questões de segurança microbiológica. O mel pode conter toxinas que o sistema imunitário da criança, ainda em desenvolvimento, não consegue combater.

CHOCOLATE

Durante o primeiro ano de vida, e seguindo a explicação para a não inclusão de açúcar, não se deve dar chocolate ao seu bebê (incluindo chocolate de leite, leite com chocolate ou bolo de chocolate).

CHÁS

Os chás são ricos em compostos taninos que podem interferir com a motilidade intestinal do bebê e com a absorção de minerais provenientes da alimentação. O chá preto, por exemplo, tem algum teor de cafeína sendo, por isso, contraindicado para bebês.

FRITOS

O excesso de gordura (especialmente saturada) e sal nos alimentos fritos faz com que seja totalmente contraindicada a sua introdução na alimentação durante o primeiro ano de vida. Estes são também exemplos de alimentos que devem ser evitados ao máximo durante toda a vida, e muito particularmente durante toda a infância.

ALIMENTOS COM POTENCIAL ALÉRGICOS

O leite de vaca,frutos do mar, amendoins, kiwis e em alguns casos a clara de ovo, só se recomenda que sejam introduzidos após os 12 meses devido ao fato de podem causar alergia alimentar.


Nessa fase eles adoram cócegas e que o movimentem no ar. Brincar com o bebê, cantar canções de ninar ou contar histórias ajuda no desenvolvimento de sua memória.

Aos 7 meses, o bebê descobre que é capaz de se sentar sozinho e de controlar a sua postura sentada. O seu corpo está cada vez mais forte e, por volta dos 9 meses, começa a gatinhar.

A capacidade de se movimentar sozinho, dá ao bebê um notável sentido de poder e de realização. O bebê já não precisa de tanta ajuda para alcançar aquele brinquedo tão especial!

Esta fase é um mundo de descoberta para o bebê mas toda essa mobilidade também traz riscos e, por isso, é tão importante preparar a casa para que o bebê circule com segurança.

Cada vez mais adaptado à nova dieta, começa a expressar preferências gastronómicas.

AS EMOÇÕES E AS RELAÇÕES SOCIAIS

  • Gosta de se “comunicar” com outros bebês.
  • Gesticula;
  • Parece ser capaz de “conversar“;
  • Tem preferência por caras familiares mas também já está mais à vontade com estranhos.

 

LINGUAGEM E APRENDIZAGEM

  • Emita sons;
  • Cada vez mais curioso, conta com o estímulo externo e o apoio dos pais para aprender.


COMPETÊNCIAS MOTORAS

  • Explora sistematicamente os objetos ao seu alcance;
  • Agarra um objeto em cada mão;
  • No chão, rasteja;
  • Tem mais força muscular e controlo sobre os movimentos;
  • É capaz de se sentar sem apoio e de se movimentar para testar o equilíbrio;
  • Predomínio da posição de sentada. Tenta puxar-se para a posição de pé;
  • Passa os objetos de uma mão para a outra;
  • Consegue segurar em dois objetos ao mesmo tempo;
  • Atira intencionalmente objetos para o chão;
  • Gosta de morder;
  • Quando deitado, procura sentar-se e levantar a cabeça;
  • Inicia a transição de sentado para deitado de barriga para baixo;
  • Coloca as mãos para a frente, mas não suporta o peso e cai para a frente.

 

SINAIS DE ALARME

  • Ausência de controle da cabeça;
  • Não se senta com apoio;
  • Membros inferiores rígidos e passagem direta à posição de pé quando se tenta sentar;
  • Não apoia os pés no chão;
  • Mantém reflexo de extrusão;
  • Postura muito rígida ou muito “mole”;
  • Não segue objetos;
  • Não agarra objetos (com as duas mãos);
  • Não responde à voz;
  • Não responde ao seu nome;
  • Não vocaliza;
  • Não gosta de estar ao colo de ninguém;
  • Não sorri, dá gargalhadas ou tenta chamar a atenção do adulto;
  • Desinteresse pelo ambiente.

Fonte:https://www.maemequer.pt/desenvolvimento-infantil/desenvolvimento-fase-a-fase/desenvolvimento/o-que-faz-um-bebe-de-7-meses/

 

Para ajudar os responsáveis pelos pequenos a verificar se o local que frequentam é seguro, é importante estar alerta para algumas dicas de inspeção rotineira do ambiente:

Verifique se as estruturas não tem trincas, deformação, afrouxamento ou rompimento.

Observe o acabamento, se há falta de revestimento, ferrugem, corrosão, lascas, etc.

Veja como está o estado dos componentes consumíveis. Há peças ausentes, deformadas, rompidas, ganchos gastos ou abertos? Examine as quinas dos brinquedos. Existem protuberâncias, pontas agudas ou cantos afiados? Note se as barras, corrimãos ou barreiras estão vergados, rompidos ou afrouxados.

Analise se as partes móveis estão com rolamentos gastos, se falta lubrificação ou há emperramento ou barulho excessivo.

Certifique-se que os pisos, degraus e apoios de pé não tenham partes faltando, quebradas ou com falta de superfície antiderrapante.

Observe se os assentos dos balanços estão danificados ou com peças sem firmeza. Veja se bueiros, buracos e canais próximos ao local do parquinho estão bloqueados.

Caso você observe alguma situação que possa representar perigo para as crianças, entre em contato com o responsável pelo parquinho ou com a prefeitura da sua cidade.

Outras dicas importantes para quando estiver no parquinho é:

Conheça os parquinhos onde as crianças brincam. Saiba quais os equipamentos apropriados para a idade das crianças e verifique se eles estão enferrujados, quebrados ou contêm superfícies perigosas.

Supervisione-as sempre;

O parquinho deve ser instalado em piso que absorva impacto, como um gramado, um piso emborrachado ou areia fina. Jamais deve ser instalado em piso de concreto ou pedra;

Tire o capuz e o cachecol de todas as crianças para evitar perigos de estrangulamento nos parquinhos;

Ensine as crianças a não empurrar, não dar encontrões e nem se amontoar quando estiverem brincando em parquinhos.
 

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© 2018 Dra. Cláudia Carneiro | Pediatria e Homeopatia

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