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As férias escolares estão chegando e isso pode significar, para muitas crianças, o fim da rotina. Para elas, quanto mais tempo puderem brincar e se divertir, melhor. Contudo, os pais devem ficar atentos para que essas mudanças de rotina não comprometam o bom funcionamento do organismo.

É comum, nesta época, as crianças ou os adolescentes dormirem tarde e acordarem mais tarde, o que acaba mudando os horários das refeições. Os mais velhos aproveitam as férias para ficar até altas horas da madrugada conversando com amigos, navegando na internet e jogando vídeo game, o que compromete a qualidade do sono. Isso pode ocasionar alterações dos hormônios vitais ao organismo.

Para que as férias ainda possam ser aproveitadas e o organismo não sofra com tantas consequências devido às mudanças de horários.

Segue as dicas:

  • À noite, é indicado que as crianças evitem praticar esportes ou atividades físicas que estimulem a produção de adrenalina, como jogar vídeo game. Incentive o pequeno a ler um bom livro, uma revista ou histórias em quadrinhos;
  • Procure manter o maior número de dias possível durante a semana o horário regular das refeições e do momento de dormir;
  • Não é porque é férias, que o tempo de sono pode ser menor! Na privação dele, ocorre uma série de alterações no organismo que contribuem para o surgimento de dores no corpo ou estresse, devido a diminuição na secreção de substâncias, como por exemplo, a serotonina e endorfina, responsáveis pela sensação de prazer e bem estar;
  • Uma semana antes de terminarem as férias comece a estimular as crianças a dormir e acordar um pouco mais cedo; O ideal é que as crianças em idade pré-escolar (de 3 a 5 anos) durmam entre 10 a 13 horas por noite. E crianças em idade escolar (de 6 a 13 anos) durmam entre 10 a 11 horas, ambas sem a interrupção do sono.
  • É imprescindível que as crianças tenham uma dieta balanceada, com o consumo de todos os nutrientes, como proteínas, ferro e carboidratos. Também é importante que as refeições sejam realizadas nos horários certos, pelo menos, as três principais do dia: café da manhã, almoço e jantar.

 

FONTE:https://www.vix.com/pt/bdm/bebe/3-a-6-anos/materia/como-manter-a-rotina-dos-filhos-nas-ferias

 

Estudos mostram que o convívio entre as crianças e animais trazem muitos benefícios para a saúde e para o bem-estar das crianças. Entretanto, é preciso tomar alguns cuidados para evitar que acidentes ocorram. Os acidentes envolvendo crianças e cães podem ser evitados com alguns cuidados simples no dia a dia.

É importante ter em mente algumas características do comportamento infantil que podem levar à ocorrência de acidentes durante essa interação: Crianças tendem a agir de forma imprevisível e mais ativa (correm, gritam, etc.) As crianças mais novas, especialmente, não possuem habilidades cognitivas completas. Por exemplo, ainda não compreendem que outros seres possuem desejos e intenções distintas das suas. Crianças são menores e mais fracas do que adultos, por isso, as chances de mordidas na região da cabeça e do pescoço aumentam. Já nos adultos, as maiores incidências são nas extremidades do corpo.

 

Dicas de como previnir acidentes com animais

  • A criança deve ser supervisionada por um adulto sempre que estiver em contato com algum animal;
  • Antes de adquirir um bichinho, pesquise sobre as raças e não se esqueça dos que estão para adoção. Dê preferência aos cães de temperamento mais dócil e aqueles que se dão melhor com crianças. Os cachorros já adultos são uma ótima opção por serem mais previsíveis e terem o comportamento já definido.
  • Mantenha as vacinas do animal sempre em dia;
  • Se o bicho já fazia parte da família antes de a criança nascer, “apresente-o” ao bebê logo nos primeiros dias, para evitar o ciúme.
  • Deixe que ele cheire a criança e, assim, entenda que ela é mais um membro da casa;
  • Ensine a criança a brincar com os cachorros. Diga que não se deve incomodá-los quando eles estiverem comendo, dormindo ou com filhotes, e também não a deixe bater no cachorro ou puxar seus pelos;
  • Explique a criança que ela não deve seguir o animal, mas sim esperar que ele venha até ela. Correr e gritar próximo ao bichinho também não é o indicado, pois esse comportamento pode estimular uma agressividade no animal;
  • Oriente a criança que, para brincar com um cachorrinho na rua, ela deve tomar alguns cuidados: checar se o animal está acompanhado de um dono antes de estabelecer contato com ele, perguntar para o dono se o cão é dócil e se é possível passar a mão nele. Explique que ela deve evitar passar a mão na cabeça e no rabo do bicho, bem como abraçá-lo;
  • Estimule a criança a conhecer os cachorros do bairro. Ao andar com os pequenos pela rua, ensine que não se deve colocar a mão para dentro dos portões das casas;
  • Ensine a criança a respeitar o espaço dos cães e não interagir quando eles não quiserem.

   

 O que fazer em casos de mordidas?

     Caso a criança seja mordida pelo cachorro, lave a ferida com água corrente e sabão, eleve o membro atingido e busque assistência médica (posto de saúde ou hospital). O médico avaliará a necessidade ou não de vacinar a criança contra a raiva;

 

 

FONTE: http://criancasegura.org.br/categoria-dica/area-risco/mordida-animais/

Tempo seco, temperaturas baixas e menos atividades ao ar livre. Este é o quadro básico para que as doenças de inverno sejam disseminadas, principalmente aquelas de transmissão por vias respiratórias, processos alérgicos e infecções (coqueluche, difteria, caxumba, meningites bacterianas, pneumonia e gripe), além de mucosas ressecadas e mecanismo de defesa reduzido.
São necessárias medidas simples e eficientes para que mães e pais estejam atentos e tenham cuidados especiais nesta época do ano com os seus bebês. As mãos merecem destaque, já que os vírus e as bactérias presentes no nariz, na boca e na garganta podem facilmente se deslocar para as mãos (ao tossir, espirrar e assoar o nariz), que passam a carregar os agentes infecciosos e podem transmiti-los para outras pessoas ou até mesmo objetos. Por isso, é importante seguir as recomendações:

  • Lavar as mãos com água e sabonete ou usar álcool gel;
  • Evitar lugares aglomerados, manter o ambiente ventilado e optar por passeios ao ar livre;
  • Usar máscara em visitas a bebês de menos de 6 meses, evitar beijos e passar de colo em colo;
  • Usar lenço descartável ou o braço/antebraço interno como barreira para tosse ou espirro;
  • Manter uma dieta equilibrada e variada, com frutas e legumes da estação;
  • Manter a carteirinha de vacinação da criança (de 6 meses a 5 anos) em dia.



Ao menor sinal de complicações, como respiração ofegante ou rápida, batimento de asas do nariz,  coloração arroxeada ao redor dos lábios, febre muito alta com prostração e recusa alimentar ou de água, é preciso procurar ajuda médica. Sem esquecer da importância do leite materno exclusivo do nascimento até os 6 meses de vida e complementar até os 2 anos ou mais.


No banho

Antes de levar o pequeno para a banheira ou para debaixo do chuveiro, é importante organizar tudo o que será usado para que os itens estejam à mão. Manter o ambiente entre 23 e 26 graus, para evitar que a temperatura corpórea do bebê baixe durante o banho. O cuidado com a água é essencial para que não machuque o bebê, além de evitar banhos muito quentes, demorados e sem retirar adequadamente os resíduos de sabão, o que pode ressecar a pele e levar às dermatites. A dica é testar a temperatura da água na mão (entre o polegar e o indicador, região sensível que se assemelha à pele do bebê).

Na escolha das roupas

A pele do bebê é muito delicada, por isso é importante que suas roupinhas sejam lavadas com sabão de coco, sem amaciante. Observe os tecidos e as camadas de roupa na hora de vestir o bebê: os bodies devem ser, preferencialmente, de malha macia e sem botões, para que não machuque, seguido por um macacão de plush, um casaquinho de lã e uma manta leve para que aqueça sem dificultar o manuseio. Evite agasalhar em excesso! A criança deve estar confortável, sem vermelhidão facial ou suada quando em repouso – neste caso, retire uma camada de roupa e mensure a temperatura em 30 minutos. Também é importante aquecer as extremidades (mãos, pés e cabeça), que perdem bastante calor.

Na hora de dormir

Preparar o bebê para dormir é um ritual: ele deve estar confortável num ambiente tranquilo e seguro. Os pequenos também devem estar bem agasalhados, pois tendem a se descobrir durante a noite, e com um cobertor adequado, sem protetores de berço e acessórios em exagero. Em caso de suor excessivo, troque a roupinha. Mantenha a temperatura entre 23 e 26 graus e evite aquecedores, que diminuem a umidade relativa do ar. Os especialistas também não recomendam que os pais coloquem os filhotes para dormir na mesma cama que eles, pois pode aumentar os riscos de morte súbita por sufocamento.

No berçário ou escolinha

Crianças que frequentam a escola são as que mais adoecem, porque as doenças de inverno são essencialmente de contato. Por isso, é importante a prevenção com vacinas, manter uma dieta adequada, ter cuidado com a higiene das mãos (para manipular as crianças), do ambiente e dos brinquedos para evitar a disseminação de infecções. Se o bebê estiver doente ou com febre, deve permanecer em casa, protegendo os demais e colaborando com sua própria saúde, para ter uma cura mais rápida, sem complicações. Solicite que os ambientes sejam arejados, com janelas mais altas que possam ser abertas durante o uso da sala sem que os pequenos sofram com o frio.

Nos cuidados com a pele

Para manter o bebê aquecido e com a pele sem ressecamentos, é importante observar a temperatura dos banhos – e que eles não sejam muito prolongados. Se o seu filho ainda usa fraldas, não utilize lenços umedecidos, prefira lavar com água e sabão. Produtos hidratantes só com orientação médica. Se houver áreas com irritação, leve o pequeno ao pediatra. Além disso, no inverno, o mecanismo de sede fica reduzido, por isso é necessário hidratar bem o bebê, oferecendo bastante água e proporcionando uma alimentação saudável.


FONTE:https://bebe.abril.com.br/saude/cuidados-que-os-pais-devem-ter-com-os-bebes-no-inverno/



Crianças menores de quatro anos estão particularmente mais vulneráveis a sufocação e engasgamentos, pois suas vias aéreas são pequenas e, nessa fase, as crianças têm a tendência natural de colocar objetos na boca.


Ainda nessa idade, possuem pouca habilidade em mastigar e engolir e seus dentes têm proporção menor que os de adultos, o que dificulta a mastigação apropriada dos alimentos. Além disso, entre bebês, a falta de habilidade de levantar a cabeça ou livrar-se de lugares apertados coloca-os em grande risco.

Dicas de prevenção:


Engasgo por alimento:

  • Corte os alimentos em pedaços bem pequenos na hora de alimentar a criança;
  • Não dê alimentos redondos e duros, como uvas, pipoca, cenoura crua e nozes para crianças;
  • Ensine a criança a comer sentada e com a boca fechada. Isso ajudará a prevenir que a criança tente falar e comer ao mesmo tempo;

Momento de dormir:

 

  • Use berços certificados pelo Inmetro e que sigam as normas de segurança da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas);
  • Verifique se as grades de proteção do berço estão fixas e se a distância entre elas não é maior do que 6 cm;
  • Bebês devem dormir em colchão firme, de barriga para cima, cobertos até a altura do peito com lençol ou manta presos embaixo do colchão e os bracinhos para fora. O colchão deve estar bem preso ao berço (não mais que dois dedos de espaço entre o berço e o colchão) e sem qualquer embalagem plástica;
  • Remova do berço todos os brinquedos, travesseiros, cobertores, protetor de berço e qualquer outro objeto macio quando o bebê estiver dormindo. Isso ajuda a reduzir o risco de asfixia;
  • Adultos devem evitar dormir com bebês. Caso escolham dividir a cama, devem tomar precauções especiais, que incluem a remoção de travesseiros, edredons e qualquer outra roupa de cama macia. Devem, também, evitar o uso de bebidas alcoólicas;

Engasgo com brinquedos:

  • Ao escolher os brinquedos para uma criança, considere sua idade, interesse e nível de habilidade. Siga as recomendações do fabricante e procure brinquedos com selo do Inmetro;
  • Brinquedos para crianças maiores podem ser perigosos para as menores e devem ser guardados separadamente;
  • Inspecione regularmente os brinquedos à procura de danos que podem resultar em algum acidente enquanto a criança os manuseia. Observe se alguma parte pequena pode se soltar, se existem pontas afiadas ou arestas. Caso encontre algum problema, conserte o brinquedo imediatamente ou mantenha-o fora do alcance da criança;
  • Evite utilizar balões de látex (bexigas). Se realmente precisar utilizá-los, guarde-os fora do alcance das crianças e supervisione-as durante toda a brincadeira. Não permita que crianças encham balões e tenha muito cuidado com os pedaços de bexigas estouradas, pois podem ser acidentalmente ingeridos pelas crianças e ocasionar sérias consequências. Após o uso, esvazie as bexigas e descarte-as juntamente com eventuais pedaços;

Estrangulamento com cordões e tiras:

  • Brinquedos e roupas com correntes, tiras e cordas com mais de 15 cm devem ser evitados para reduzir o risco de estrangulamento;
  • Nunca deixe que as crianças brinquem em parquinhos usando colares, bolsas ou roupas com cordões;
  • Considere a compra de cortinas ou persianas sem cordas para evitar que crianças menores corram o risco de estrangulamento;

Ambiente doméstico

  • Mantenha o piso livre de objetos pequenos como botões, colar de contas, bolas de gude, moedas, tachinhas. Tire esses e outros pequenos itens do alcance de crianças;
  • Mantenha sacolas plásticas longe do alcance de bebês e crianças;


Dentro do carro:

  • Ensine as crianças que elas não devem brincar dentro ou ao redor de carros, móveis e utensílios domésticos grandes, como geladeira, lavadora de roupa, armários, baús, etc. Caso entrem nesses lugares, há o risco de ficarem presas e não conseguirem respirar normalmente;
  • Não deixe as crianças sozinhas dentro do carro, mesmo com o vidro levemente aberto;
  • Tenha certeza de que todas as crianças deixaram o veículo quando chegar ao seu destino. Supervisione também as crianças que estiverem dormindo;
  • Sempre tranque as portas e o porta-malas do veículo – especialmente em casa. Mantenha as chaves e os controles automáticos do carro fora do alcance das crianças;
  • Observe as crianças de perto quando próximas a veículos, especialmente no momento de carregar e descarregar o carro;
  • Nunca deixe o carro sozinho com o motor ligado e as portas destravadas. Crianças curiosas podem entrar e desengatar o veículo ou ficarem presas;
  • Assim como qualquer corda ou cabo, os cintos do carro também podem representar riscos para a criança. Não permita que elas brinquem com eles;
  • Acione as travas resistentes a crianças e fique atento a elas;
  • Mantenha o encosto do banco de trás travado para ajudar a prevenir que as crianças vão ao porta-malas por dentro do carro;
  • Ensine as crianças mais velhas como desabilitar as travas das portas de trás pela porta do motorista caso fiquem presas não-intencionalmente no veículo. Uma criança que está aprendendo a andar não saberá como ir para o banco da frente para sair do carro;
  • Mostre para as crianças mais velhas como localizar e utilizar a trava de emergência do porta-malas que existe nos modelos de carros mais modernos;
  • Se você vir uma criança sozinha dentro de um carro, ligue para o 190 imediatamente.

 

 

FONTE:http://criancasegura.org.br/categoria-dica/area-risco/sufocacao/

 

 

Também chamada de anquiloglossia, a língua presa acontece quando a pequena membrana que fica abaixo da língua (conhecida popularmente como “freio”) é menor do que o normal, impedindo o órgão de se movimentar livremente.

 

Suas causas não são conhecidas. Mesmo sem nenhum caso anterior na família, o bebê pode nascer com esta membrana curta. Muitos bebês não apresentam qualquer sintoma, já que a pele abaixo da língua se desenvolve conforme a criança cresce ou, então, ela se adapta à restrição. Algumas crianças com língua presa podem apresentar problemas para sugar o leite da mãe durante a amamentação, espaço aumentado entre os dentes incisivos inferiores, dificuldades na fala, principalmente fonemas com as letras T, D, Z, S, N e L e até alguns desconfortos pessoais ou sociais relacionados com o movimento restrito da língua.

 

Se o bebê está tendo problemas com a amamentação, converse com um pediatra. Marque uma consulta também caso você note alguma alteração na língua da criança mais velha, tais como problemas para atingir os dentes de trás com a língua. A língua presa é frequentemente diagnosticada em um exame físico. Para crianças maiores, o profissional pode usar uma ferramenta de triagem para observar a aparência da língua e habilidade de movimento. É possível consultar um fonoaudiólogo para tratar problemas que as crianças têm com a fala. Se língua presa provoca complicações físicas ou sociais mais sérias, pode ser feita uma frenulectomia.

 

A cirurgia remove a parte do freio que está inserida próxima aos dentes, fazendo com que a inserção desse freio fique mais longe deste local. Em alguns casos, a cirurgia pode ser feita em consultório com anestesia local.

 

FONTE:http://www.minhavida.com.br/saude/temas/lingua-presa

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© 2018 Dra. Cláudia Carneiro | Pediatria e Homeopatia

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