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A Homeopatia pode ajudar em inúmeras doenças físicas e emocionais, inclusive no caso de problemas crônicos, muitas das quais não responderam à medicina convencional. A terapia homeopática é destinada a cuidar a pessoa, em vez da doença, e, como tal, pode ser considerada em qualquer situação onde não haja danos irreversíveis.

 

As pessoas muitas vezes perguntam em quais condições específicas podem ser tratadas. Pode-se cuidar ou, pelo menos, amenizar os sintomas de uma quantidade muito ampla de distúrbios.

 

Seguem alguns exemplos bem-sucedidos na minha prática clínica:

      • Alergias respiratórias e de pele

      • Bronquite/Asma Leve

      • Gastroenterites, diarreias agudas

      • Infecções de ouvido

      • Gripe e resfriados

      • Síndrome pré-menstrual

      • Sinusite

  •  Insônia - Distúrbios de comportamento - Terror Noturno

Numa consulta homeopática, o médico deve obter uma compreensão completa da sua saúde e os sintomas exatos que você está enfrentando, de modo que ele possa encontrar um remédio homeopático que melhor trataria você e os seus sintomas.

Durante este processo tudo é confidencial, seu médico vai querer saber detalhes precisos de sua doença atual, mas também irá considerar outros aspectos de sua saúde, incluindo seu histórico médico passado, dieta, estilo de vida e personalidade.

Algumas pessoas escolhem o tratamento homeopático porque estão insatisfeitos com os efeitos colaterais da sua medicação corrente convencional, e, em muitos casos, a homeopatia pode gradualmente reduzir ou eliminar a necessidade de medicamentos convencionais.

No entanto, você deve continuar com todo o tratamento médico convencional que já tenha sido prescrito, pois pode ser perigoso parar isso de repente. Qualquer mudança no uso da medicação convencional deve ser discutido tanto com o seu médico alopata quanto com o homeopata.

FONTE:https://www.praticasalternativas.com/homeopatia.php

 

O que é âmbar?

O âmbar é uma resina fossilizada de árvores muito antigas (estima-se que tenha mais de 50 milhões de anos). De origem orgânica, acredita-se que ele é usado desde a Idade da Pedra pelo homem. O próprio Hipócrates – conhecido como pai da Medicina – descreveu as propriedades medicinais e possibilidades de aplicação do âmbar em seus estudos, lá na época da Grécia Antiga.

O âmbar báltico é conhecido por esse nome porque o lugar onde é encontrado é na região banhada pelo mar báltico (Lituânia, Estônia e Letônia) e é o mais raro e valioso entre os tipos de âmbar.

Por que o âmbar é considerado terapêutico?

O âmbar contém diversas substâncias em sua composição, entre elas o ácido succínico – ainda mais concentrado no âmbar de tipo báltico. Observa-se que, em contato com o calor da pele, ele apresenta ações terapêuticas, melhorando o sistema imunológico, combatendo inflamações e agindo como um relaxante muscular, com propriedades analgésicas. Ou seja, quem usa afirma que ajuda a diminuir a dor e o desconforto.

Como se usa no bebê?

Em geral, elas começam a usar para diminuir o desconforto do nascimento dos dentes. Algumas mães relatam que o bebê fica mais tranquilo e melhoram mais rapidamente de doenças comuns, como gripes e resfriados. Para liberar essas propriedades terapêuticas, o âmbar precisa estar em contato com a pele, por isso deve ser usado debaixo roupas diretamente no corpo da criança.

O recomendado é que se tire do pescoço à noite e use o colar com duas ou três voltas no tornozelo – sem apertar muito! Dessa forma, fica seguro para o bebê dormir, ao mesmo tempo em que o âmbar permanece me contato com pele. Assim, quanto maior for o tempo de uso, melhor serão percebidos os benefícios.

Quais são os perigos do seu uso?

Por estar no pescoço da criança, o acessório pode levar a enforcamentos. Caso o objeto se rompa, o risco é ainda maior, já que o bebê ainda pode ingerir as pedrinhas. Por este motivo, nós pediatras nos preocupamos e não apoiamos o uso.

 

FONTE:https://maternidadesimples.com.br/o-que-e-colar-de-ambar/ https://revistacrescer.globo.com/Bebes/Seguranca/noticia/2017/06/estudo-colar-de-ambar-pode-trazer-riscos-para-criancas.html

 

O que um bebê de cinco meses consegue fazer?

 

Tudo que o vê a sua frente é motivo de degustação! Essa é sua maneira de experimentar as coisas. Ele chupa os brinquedos, coloca o pé na boca, lambe objetos que estão à sua volta, pega o dedo da mãe e tenta morder. Sua postura está cada vez mais firme e já consegue sentar com apoio mantendo as costas retas. Ri e emite sons ao brincar porque acha divertido os barulhos que faz. Como sua visão e percepção estão muito evoluídas, começa a estranhar pessoas que não conhece ou não vê frequentemente. Sua audição está aguçada e ele vira a cabeça quando chamam o seu nome.

 

Cada vez mais ativo e desperto, exige a companhia dos pais e passa muito tempo a brincar. Adora estar com os pais ou com outros cuidadores e está receptivo a todo o tipo de estímulos e brincadeiras. Música, brinquedos coloridos, livros, atividade física, cantar, dançar, são algumas das atividades que o ajudam a desenvolver os seu sistemas nervoso e motor.

 

AS EMOÇÕES E AS RELAÇÕES SOCIAIS

  • Demonstra a sua felicidade quando vê as pessoas de quem mais gosta, emitindo sons e gesticulando braços e pernas em sinal de prazer;

  • Verbaliza, gesticula, chora, sorri e ri para comunicar e não só para satisfazer uma necessidade de sobrevivência;

  • Começa a demonstrar sentimentos de medo quando ouve barulhos altos ou inesperados;

  • Estranha pessoas que não vê frequentemente;

  • Distingue uma voz calma de uma voz irada.

LINGUAGEM E APRENDIZAGEM

  • A capacidade de atenção está a aumentar e já fica a fazer a mesma coisa por mais tempo;

  • Usa o seu corpo, movimentos e sons, para chamar a atenção sobre si.

COMPETÊNCIAS MOTORAS

  • Adora brincar com o seu próprio corpo;

  • Leva as mãos à boca e agarra os pés;

  • Permanece algum tempo sentado, com apoio;

  • Deitado de cabeça para baixo, apoia-se nas mãos e levanta a cabeça bem erguida;

  • Tem cada vez mais força nos membros.

SINAIS DE ALARME

  • Não controla a cabeça;

  • Mãos persistentemente fechadas;

  • Membros rígidos em repouso;

  • Pobreza de movimentos;

  • Não faz contacto ocular;

  • Não fixa nem segue objetos;

  • Fica sobressaltado ao menor ruído;

  • Não sorri;

  • Chora e grita quando se lhe toca.

 

FONTE:https://www.maemequer.pt/desenvolvimento-infantil/desenvolvimento-fase-a-fase/fases-desenvolvimento/tabela-desenvolvimento-infantil-aos-5-meses/

 

A fruta é um dos grupos de alimentos mais frequentemente associados a uma alimentação saudável, e também um dos que mais cedo é dado a conhecer ao bebê. Antes de começarmos a descobrir as perguntas frequentes e as suas respostas, devemos sempre ter em mente que todos os conselhos são conselhos, e não regras.

 

QUANDO E QUAIS AS PRIMEIROS FRUTAS A INTRODUZIR?

De uma forma geral, a fruta é o início da diversificação alimentar aos 6 meses de idade. A maioria dos bebês começa pela maçã, pêra, mamão e banana.A criança deve ter adquirido maior tônus cervical e algum tônus dorsal, sentar-se pelo menos com apoio, e ter capacidade motora ligada a mastigação.

 

QUAIS OS CUIDADOS A TER NO MOMENTO DE ESCOLHER A FRUTA?

Preferir fruta fresca e madura por ser, geralmente, mais doce. Isto poderá aumentar a aceitação dos bebês sem que os pais caiam na tentação de adicionar açúcar ou outro produto açucarado ao alimento (lembre-se de que o açúcar deve ser totalmente evitado durante o primeiro ano de vida). Tente ainda escolher a fruta da estação, para, além de ser economicamente mais vantajosa, é também nutricionalmente mais rica.

 

A FRUTA DEVE SER CRUA OU COZIDA?

Deve ser, preferencialmente, oferecida crua, tendo em conta que, por não sofrer um método de confecção, preservará mais vitaminas. No caso da banana, sua consistência, é relativamente mais fácil para ingerir mas é importante esmagá-la muito bem até obter uma consistência de purê cremoso. No caso da pêra e da maçã, poderá ser ralada com uma colher, mas poderá também ser cozida inteira.

 

QUANDO DEVEMOS DEIXAR DE TRITURAR A FRUTA?

As frutas não devem ser trituradas, bem como nenhum alimento. As frutas devem ser amassadas com garfos ou raladas com uma colher.

 

EM QUE REFEIÇÃO DAR A FRUTA?

Inicialmente a fruta será dada por volta das 9-10 hs da manhã como um lanche, ou as 14h da tarde. Posteriormente, como sobremesa a refeição principal. Futuramente, a criança deverá receber de 4 a 5 porções de frutas ao dia.

 

PODEMOS INTRODUZIR TODOS AS FRUTAS ATÉ AO PRIMEIRO ANO DE IDADE?

Atualmente não existe evidência para que a introdução de alimentos seja atrasada ou antecipada no sentido de prevenir uma alergia alimentar. As recomendações mencionam que até ao primeiro ano, e de forma gradual, todos as frutas podem ser introduzidas. Uma exceção é o morango, amora,e kiwi. Estas frutas costumam ter muito agrotóxicos e não podem ser descascadas. A solução é compra-las orgânicas. Ao variar as frutas na alimentação do bebê estará também fornecendo uma maior variedade de nutrientes!

 

SUCOS: os sucos não devem ser usados nesta fase de introdução alimentar pois contêm um indice glicêmico muito alto sendo fator associado ao desenvolvimento de obesidade futura.


O que é a dor do crescimento?
É uma sensação dolorosa recorrente, sem causa específica, que recebeu esse nome por se manifestar em uma fase crucial do desenvolvimento físico – especialmente entre 3 e 8 anos.

Quais são as causas?
Há várias teorias e, entre elas, a de que os ossos cresceriam mais rápido do que os músculos e tendões, sobrecarregando-os. Mas não há confirmação científica. Também existe a hipótese de que se trate de uma fadiga muscular provocada pelo excesso de atividade física e de brincadeiras ao longo do dia, o que pode ser agravada pelo estresse, comum em períodos de provas escolares ou de conflitos emocionais e familiares. Há, ainda, a desconfiança de que o sintoma seja hereditário, já que a maioria dos pais de crianças com o problema também o encarou na infância.

Em que partes do corpo é mais frequente?
Nos membros inferiores, principalmente na região da panturrilha, atrás dos joelhos e nas coxas. Em 10% a 20% dos casos, pode afetar simultaneamente os braços e as pernas. Quase metade das crianças acometidas por essa sensação pode manifestar dor de cabeça associada.


Quais as principais características do desconforto?
Geralmente aparece no final da tarde ou no começo da noite, quando a musculatura relaxa e esfria, após um dia de atividades. Mas, embora seja incomum, pode se manifestar mais tarde. Algumas crianças sofrem o bastante para acordar chorando. Mesmo que no dia seguinte amanheçam livres da dor, não significa que estavam fazendo manha. A queixa deve ser sempre valorizada pelos pais. Frio, estresse agudo e exercícios físicos intensos, que impedem a musculatura de relaxar, costumam intensificar a sensação. Na maior parte das vezes, o sintoma regride espontaneamente. É por isso que os pediatras evitam prescrever medicamentos.

Como aliviar os sintomas?
Em muitos casos basta conversar com seu filho, tranquilizando-o, enquanto faz massagens com óleos ou aplica uma bolsa de água morna na região dolorida. Quando essas medidas não funcionam, os médicos costumam recomendar exercícios de alongamento, preferencialmente orientados por um fisioterapeuta, além de natação, que é uma atividade de baixo impacto. O objetivo é reduzir o número de episódios dolorosos e evitar o uso de medicamentos. No entanto, em situações raras, o especialista pode prescrever analgésicos, caso ele julgue necessário.

É possível evitar que o incômodo apareça?
Sim. Poupar a criança de situações estressantes e estimular a prática de atividade física de baixo impacto, que fortaleça a musculatura, são as principais precauções.

Os episódios da dor se repetem por muito tempo?
Varia de criança para criança, mas, via de regra, eles acontecem uma vez por semana, ao longo de um ano.

Como diferenciar a dor do crescimento de um problema mais sério?
A dor do crescimento não desencadeia febre, inchaço, vermelhidão, perda do apetite, apatia, cansaço, nem leva a criança a mancar. Na presença desses sintomas, é preciso procurar o pediatra ou um ortopedista para investigar possíveis doenças ortopédicas ou inflamatórias.

FONTE:https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Desenvolvimento/noticia/2015/02/como-aliviar-dor-do-crescimento.htm

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© 2018 Dra. Cláudia Carneiro | Pediatria e Homeopatia

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