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Junto com o outono chega a temporada de gripe. E, para a proteção estar completa, a vacinação é indispensável. A vacina previne 3 tipos diferentes de vírus: o H1N1(que ficou conhecida como gripe suína), o vírus B e o H3N2. Na rede privada, a imunização já está disponível na forma tetravalente ou quadrivalente, esta agrupa mais um tipo de vírus.

 

Gestantes, lactantes e crianças estão no grupo de risco da vacina. Nesses casos, a segurança se dá em dose dupla: para as mães e também para os filhos. A gestante pode ter um quadro mais grave de gripe e, ao se imunizar, anticorpos também serão transmitidos para o feto. Como as crianças abaixo de 6 meses ainda não podem tomá-la, o único jeito de serem protegidas é por meio da mãe, que passará os anticorpos pelo leite materno. Os bebês estão liberados para tomar essa dose depois do sexto mês de vida. Os especialistas seguem a recomendação porque trabalhos mostram que é só a partir desse período eles passam a ter melhor produção de anticorpos.

 

Os pequenos que estão se imunizando pela primeira vez devem tomar duas picadinhas. Mas atenção: com 30 dias de intervalo entre elas. Depois, a vacina passa a ser aplicada anualmente. Todas as crianças devem tomá-la. A imunização contra a gripe é contraindicada em casos de uma alergia grave. As reações mais comuns que podem surgir são: desconforto ou pele avermelhada no local da aplicação e, em raros casos, dor de cabeça e febre.

 

FONTE:https://bebe.abril.com.br/saude/vacina-gripe-gravidas-e-criancas/

Quais são as questões levantadas quando falamos em desfralde?

O “desfralde” consiste no controle do esfíncter urinário. O que é isso? 
A bexiga urinaria é um músculo e na saída da bexiga temos o esfíncter, uma parte deste músculo que é arredondada e faz uma “válvula” fazendo com que a urina não saia da bexiga em qualquer momento. Para o controle deste esfíncter, usamos nosso cérebro. Então, para o controle urinário precisamos amadurecimento e integridade do sistema nervoso central. Por isso, a idade é algo importante a se considerar no desfralde.

O volume da bexiga é um fator importante também. Entre um e três anos de idade, a aquisição deste controle depende de um aumento progressivo do volume da bexiga (em torno de 30 ml a cada ano até a puberdade).

Neste período, a criança passa a ter consciência da bexiga cheia e reconhece que a micção é iminente, mas inicialmente não é capaz de controlá-la. A maioria das crianças nesta idade, começa a comunicar que quer urinar, mas o intervalo entre o aviso e a micção ainda é muito curto.

Esse desenvolvimento é progressivo.

Nesta fase, a criança, muitas vezes, percebe a pressão exercida pelos pais e/ou cuidadores pela continência, sem ainda ter adquirido a capacidade de controle da micção. Esta cobrança inadequada faz com que ela tenha problemas na aquisição deste controle.

Aos três anos, a maioria das crianças está continente durante o dia. Após a continência existe um período variável, usualmente de até seis meses, em que o escape urinário pode ocorrer.

O controle urinário noturno ocorre em torno de seis meses a um ano após a retirada de fraldas durante o dia.

A retirada da fralda só deve ser iniciada quando a criança e os pais estiverem preparados.

Portanto, o processo é um pouquinho complexo…
Aumento da capacidade da bexiga;
Percepção de bexiga cheia;
Inibição voluntaria da micção;
e também a facilitação da micção, isto é, habilidade para iniciá-la antes de ficar com a bexiga cheia;

E quais as dicas práticas?

  • Com que idade começar? Geralmente por volta de 2 anos, porém converse com seu pediatra inicialmente;
  •  O processo tem que ser consistente, as pessoas que cuidam da criança têm que estar de acordo, terem a mesma conduta; sugiro combinar com a escolinha o processo de desfralde também;
  • Conversar com a criança explicando que ira deixá-la sem fraldas, para fazer xixi no vaso ou no troninho;
  •  A escolha entre o troninho ou vaso sanitário depende da aceitação da criança. Algumas crianças ficam com “medo” do vaso sanitário, mesmo com redutor, ou em outras situações, quando o vaso sanitário fica longe um troninho facilita esse processo.
  • A criança fica sem fralda o dia todo, colocando apenas para dormir;
  • Levar a criança até o vaso sanitário/troninho em intervalos regulares. Assim a criança vai criando o hábito de perceber a necessidade de urinar, segurar e se dirigir ao local adequado. Não se deve esperar que com a repleção da bexiga a criança consiga avisar e chegar ao vaso a tempo.

Lembrando que o processo é progressivo, então a criança vai se adaptando e adquirindo melhor controle.

 

O primeiro trimestre já se foi. Agora, o baby passa a sorrir e ficar mais interessado em pessoas do que objetos, como era até então. Nesta fase, geralmente, começa a brincar com as próprias mãos.

 

Alguns bebês, quando colocados de bruços, levanta a cabeça e os ombros. Começa a demonstrar alguma preferência por certos tipos de brinquedos. Ri e emite gritinhos quando é estimulado.

 

Para um bebê de 4 meses, tudo acaba sendo brincadeira, inclusive os momentos de mamar, tomar banho ou passear. Em geral, os bebês nesta fase do desenvolvimento mantêm um padrão de aumento de peso de 600 g por mês.

 

Reconhece a mãe mais facilmente, sorri espontâneamente (mais tarde, para o pai e outros cuidadores) e, se alguém se aproxima de seu rosto, pode receber carinho - ou até puxões de cabelo! O bebê passar a prestar mais atenção à voz humana, segura os objetos com ambas as mãos, conseguindo abrir e fechar a mão, mas ainda não liberta os objetos voluntariamente.

 

Segue bem com o olhar os objetos que se movimentam lentamente. Aproveite cada segundo com seu pequeno e prepare-se, sempre, para grandes evoluções!

 

FONTE:https://www.maemequer.pt/desenvolvimento-infantil/desenvolvimento-fase-a-fase/fases-desenvolvimento/tabela-desenvolvimento-infantil-aos-6-meses/

 

Qual a diferença entre a homeopatia e os tratamentos convencionais?

Na medicina tradicional, quando deparamos com um sintoma, em geral, tomamos um remédio para combatê-lo imediatamente. Exemplo: se estamos com febre, tomamos um antitérmico, que vai baixar nossa temperatura corporal. Já na homeopatia, a intenção é que o organismo se autorregule para que possamos nos curar da doença. Por isso, primeiro se analisa de onde vem a febre, já que ela se trata apenas de um sinal de que algo no nosso corpo não está funcionando de maneira correta. Se a causa for uma inflamação na garganta, por exemplo, será usado um tipo de remédio para o tratamento. Se for um resfriado, será receitado outro. O medicamento homeopático tem como objetivo estimular a autorregulação do organismo para que ele consiga se livrar do problema o quanto antes, por conta própria.

 

Quais medicações são usadas na homeopatia?

Os princípios ativos dos remédios são retirados do reino vegetal, mineral e animal. Ou seja, todos naturais. Outra característica do método é a diluição: vários dos componentes são usados em doses muito baixas, pois são diluídos. Além disso, a técnica trabalha com a lei dos semelhantes, que nada mais é que usar nos pacientes substâncias capazes de produzir os mesmos sintomas da doença que se quer tratar. Exemplo: uma pessoa sofre de insônia. Na natureza, uma das substâncias que pode afetar o sono é a cafeína. Seguindo essa lógica, a receita de um medicamento homeopático feito a partir do café pode melhorar a qualidade do sono. Essas receitas só podem ser prescritas por profissionais e devem ser feitas em farmácias de manipulação.

 

É verdade que durante o tratamento os sintomas podem até piorar?

Sim. Esse processo é chamado pelos homeopatas de agravação. Ele ocorre porque, em alguns casos, os sintomas das doenças estão suprimidos no nosso organismo. Segundo a técnica da homeopatia, o remédio, ao estimular o processo de cura, provoca uma reação no corpo que libera esses sintomas, fazendo com que fiquem ainda mais intensos. Enquanto isso, o organismo, por si só, vai fazendo a correção do distúrbio.

 

Posso aliar homeopatia a tratamentos convencionais?

É perfeitamente possível fazer um tratamento com os remédios tradicionais e aliá-lo à homeopatia. Afinal, os profissionais da área são formados em medicina e visam ao bem-estar dos pacientes. Para isso, buscam dentro das possibilidades de ambas as áreas o melhor caminho.

 

É mais demorado do que na medicina convencional?

Isso é um mito. A velocidade do tratamento varia, mas existem medicamentos que surtem efeito muito rapidamente.

 

Pode ser feito em crianças?

Sim. Não existe contraindicação para as crianças. Inclusive, ela é muito usada para o tratamento de alergias, distúrbios do sono e de comportamento.

 

Homeopatia e Floral de Bach são a mesma coisa?

Não! Ao contrário do que muitos pensam, as técnicas utilizadas para a preparação dos Florais de Bach e dos medicamentos homeopáticos são totalmente diferentes.

 


É importante lembrar que a homeopatia aqui no Brasil é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina e não pode ser exercida por leigos, somente por médicos formados. Além disso, sua prática foi incorporada ao SUS desde 2006. Os planos de saúde também devem oferecer consultas com homeopatas, uma vez que essa é uma especialidade médica como qualquer outra e, portanto, está prevista no rol de cobertura desses serviços.

 

FONTE:http://anamaria.uol.com.br/noticias/bem-estar-e-saude/homeopatia-funciona-mesmo.phtml#.Wv8MAzQvzcc

 

Durante 2 ou 3 anos o seu bebê vai ter que utilizar o seu berço, por isso é importante investir em um berço seguro e duradouro. Não queremos que o bebê corra nenhum risco, muito menos enquanto estiver descansando.

 

Assim temos algumas recomendações de segurança para o berço do bebê. A primeira coisa que você deve levar em conta quando for comprar um berço é a sua solidez. Preste atenção para que sua estrutura não se mova e busque uma mais resistente que dure pelo menos os três anos do seu bebê. Um berço seguro não deve ter decoração na sua armação que possa cair ou ser arrancada, com o fim de que não cause um acidente como engasgos e sufocamentos. Não existe um tamanho ideal para que o berço seja seguro, mas você deve levar em conta que o colchão fique bem ajustado, sem espaços para que o bebê enfie os seus dedinhos. As grades do berço são outro ponto chave para proteger ao bebê. Para que o bebê não possa colocar sua cabeça entre elas, se recomenda que não estejam separados por mais de 6 centímetros, e revise regularmente o estado das grades, principalmente se forem de madeira, para que o bebê não possa se arranhar quando segurar nas grades.

 

Também é muito importante que o berço não esteja perto de janelas, persianas ou cortinas. O restante das medidas de segurança que você deve ter são as mesmas que utiliza no resto da casa. Vigie sempre a temperatura do quarto onde o berço estiver situado e busque que seja um ambiente saudável e seguro para que não ocorram acidentes domésticos.

 

Reforçando as dicas: Não ter nenhum objeto dentro do berço, como ursos de pelúcia, rolinhos, almofadas e travesseiros. Não usar lençóis ou mantas que fiquem soltos do colchão e cobrindo os bracinhos do bebê. Não colocar protetores acolchoados nas laterais do berço, visando minimizar os riscos de sufocamento, as medidas de segurança ainda devem ser somadas à posição correta do bebê dormir, que é de barriga para cima e rostinho virado.

 

Fonte:https://br.guiainfantil.com/materias/decoracaoa-seguranca-dos-bebes-no-berco/

© 2018 Dra. Cláudia Carneiro | Pediatria e Homeopatia

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