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Família, esta é uma fase deliciosa (cansativa, eu, sei, mas incrível)!

Aos 3 meses, o bebê já permanece mais tempo acordado e percebe mais o que existe ao seu redor. É capaz de girar mais rapidamente a cabeça na direção ao som, sorrir, olhar e gritar espontaneamente, tudo para despertar a atenção dos adultos. Além disso, as suas expressões no rosto podem indicar alegria, prazer, indecisão, ansiedade e dor e passa a reconhecer os membros da família.

 

Neste período, já possui também maior coordenação de braços, pernas e mãos, sendo capaz de movimentar os membros de forma simultânea, unir as mãos e abrir os dedos. O bebê já é capaz de levantar bem a cabeça e de sacudir seus brinquedos. A sua visão já está mais apurada e passará a utilizá-la para se relacionar, participando mais da rotina do lar e destribuindo sorrisos e olhares charmosos.

 

Em média, os bebês nesta fase do desenvolvimento mantêm um padrão de aumento de peso de 750 g por mês. Já na parte motora, ao estar deitado, começa a virar bastante, e, para conseguir a posição desejada, estica as pernas e dá pontapés. Ao ficar de bruços, consegue levantar a cabeça e parte do tronco apoiando-se nos antebraços. Aos três meses, as mãos não devem estar fechadas mais de 50% do tempo e passa levá-las à boca. 

 

Aproveite cada segundo! Afinal, aquela história de que tudo passa muito rápido, é pura verdade!

 

Impossível passar pelos seis primeiros meses do bebê sem temer a bronquiolite. Esta infecção afeta os bronquíolos (passagens menores de ar presentes nos pulmões), causa um processo inflamatório e acúmulo de secreção. A maioria dos casos de bronquiolite é causada pelo vírus sincicial respiratório e atinge crianças até os dois anos de idade durante as estações frias do ano. A doença também pode ser causada por outros vírus.O vírus pode ser contraído pelo ar, atraves das vias respiratórias.

 

O principal fator de risco para a bronquiolite é a idade. A doença atinge principalmente crianças até os dois anos de idade e quanto mais nova a criança maiores riscos. O aparelho respiratório de crianças muito pequenas é muito mais estreito, a criança tem mais dificuldade de tossir, havendo acúmulo de secreção, podendo levar a complicações da doença. Lembrando também que o sistema imunológico de um bebê é ainda deficitário.

 

Outros fatores de risco para a doença incluem: a falta de amamentação com leite materno, nascimento prematuro, alguma condição subjacente no coração ou nos pulmões, sistema imunológico enfraquecido ou ainda não totalmente desenvolvido, exposição à fumaça do cigarro, entrar em contato com várias crianças (como no caso de creches) e frequentar ambientes fechados e muito cheios.

 

Os sintomas mais comuns são: dificuldade para respirar, incluindo chiado no peito e falta de ar, tosse, fadiga, febre, dificuldade para mamar. Além destes, outros sintomas podem aparecer e indicam que deva procurar ajuda médica como: vômitos, respiração rápida, pele azulada - especialmente nos lábios e unhas. A infecção é considerada auto-limitada, ou seja, tem uma evolução de aproximadamente 7 dias e se resolve sozinha, sem nenhum medicament que combata o vírus.. O problema é que o pico de piora do quadro se dá por volta do 5º dia de doença, onde o comprometimento da oxigenação demanda uma internação e cuidados de suporte.

 

A infecção pulmonar viral, a bronquiolite, pode deixar sequelas pulmonares, como quadros alérgicos de repetição, asma brônquica bem como um quadro grave chamado bronquiolite obliterante. O médico normalmente pode identificar o problema por meio da simples observação dos sintomas e de um exame físico. Muitas vezes, os sintomas de bronquiolite costumam ser facilmente confundidos com os da gripe ou do resfriado. Na maioria dos casos, a bronquiolite é tratada em casa, fazendo o uso de medicamentos devidamente orientados pelo médico e certificando que ele está tomando líquido o suficiente. Leite materno e fórmulas infantis são adequados para crianças menores de um ano de idade.

 

Você sabe o que pode fazer pra evitar??

 

 Fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/bronquiolite

 

Aos dois meses, seu bebê começa fixar hábitos de sono e de alimentação ficando mais previsíveis. Neste momento, a cor natural de seu olho começará a surgir, seu rosto aparentará estar mais fino e seu corpo mais gordo do que há uma semana. O tamanho e altura dele serão o foco desta consulta de check-up, juntamente com a alimentação. Também está na hora da primeira série de imunizações. Já é mais ativo que o recém nascido, porém ele ainda interage pouco e dorme mais de 15 horas por dia. Com esta idade o bebê gosta de brincar durante alguns minutos, sendo capaz de sorrir em resposta aos estímulos, mexer o corpo. Nesta fase do desenvolvimento mantém um padrão de aumento de peso de 750 g por mês.


 

AS EMOÇÕES E AS RELAÇÕES SOCIAIS

  • Fixa a vista no rosto (primeiro no da mãe; esta é a primeira reação social).

 

LINGUAGEM E APRENDIZAGEM

  • Gosta de ouvir sons;

  • Varia a intensidade do sono;

  • Consegue ver contrastes fortes e formas redondas;

  • Fixa o olhar e segue com o olhar os objetos na horizontal ou o rosto da mãe;

 

COMPETÊNCIAS MOTORAS

  • Gira a cabeça a 90 graus;

  • Reage ao som e à voz dos pais e gira a cabeça em direção do som;

  • É capaz de agarrar o dedo do adulto;

  • Quando colocado sobre a barriga, tenta levantar o queixo;

  • Agarra objetos que lhe são colocados na mão.


 

FONTE:https://www.maemequer.pt/desenvolvimento-infantil/desenvolvimento-fase-a-fase/fases-desenvolvimento/tabela-desenvolvimento-infantil-aos-6-meses/

 

 

O teste do pezinho é uma das principais formas de diagnosticar seis doenças que, quanto mais cedo forem identificadas, melhores são as chances de tratamento. São elas fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme e outras hemoglobinopatias, fibrose cística, deficiência de biotinidase e hiperplasia adrenal congênita.

 

O Teste deve ser feito após as primeiras 48 horas do bebê e até o 5º dia de vida. E consiste na retirada de gotas de sangue do calcanhar do bebê. Por ser uma parte do corpo rica em vasos sanguíneos, o material pode ser colhido através de uma única punção, rápida e quase indolor.

 

Ele é encontrado em 3 versões, a “Básica” que identifica 6 doenças, e é oferecida gratuitamente pelo SUS; e versões pagas que são a “Mais” que detecta 4 doenças a mais que a “Básica”; e a versão “Super” que capaz de detectar 48 patologias.

 

Desde a sua comprovação, na década de 60, a OMS (Organização Mundial da Saúde) já orientava que os países adotassem o exame de triagem neonatal nos programas de assistência à população. Ele veio para o Brasil em 1976, trazido pela APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) e é considerado obrigatório em todo território nacional.

 

Saiba mais sobre as doenças que são identificadas no teste na versão “Básica”:

 

Fenilcetonúria: Causada pela deficiência no metabolismo do aminoácido fenilalanina. O acúmulo no organismo pode causar deficiência mental.

Hipotireoidismo congênito: Causada insuficiência do hormônio da tireoide. A falta de tiroxina pode causar retardo mental e comprometimento do desenvolvimento físico

Fibrose cística: Ocorre aumento da viscosidades das secreções, propiciando as infecções respiratórias e gastrointestinais. Ataca pulmões e pâncreas. É incurável.

Anemia falciforme e outras hemoglobinopatias: Alteração da hemoglobina que dificulta a circulação, podendo afetar quase todos os órgãos. Pode causar anemia, atraso no crescimento e dores e infecções generalizadas. É incurável.

Hiperplasia adrenal congênita (HAC): É uma doença genética, em que as duas glândulas suprarrenais - localizadas em cima dos rins, não funcionam corretamente, prejudicando a produção de hormônios essenciais para o corpo, como o cortisol e a aldosterona.

Deficiência de biotinidase: É também uma doença genética, em que o organismo não é capaz de obter a enzima biotinidase, impedindo que os alimentos sejam processados ou metabolizados pelo organismo.

 

Durante a primeira semana de vida, o peso do bebê pode diminuir cerca de 5% devido a vários fatores, como a redução de ingestão de líquidos. No entanto, readquire o seu peso em um período de 10 a 20 dias, aumentando de peso a um ritmo constante a partir desse momento. O recém-nascido dorme entre 14 a 17 horas por dia.

 

Já apresenta sinais de satisfação no banho, reage ao sentir desconforto, acorda para comer, chora quando tem fome e já é capaz de pegar um objeto com a mão. As golfadas e os espirros são frequentes nesta fase, acabando por desaparecer com o tempo.

 

O desenvolvimento mantêm um padrão de aumento de peso de  750 a 900 g por mês.


 

     CORPO

  • Quando erguido, a partir da posição de deitado, a cabeça pende para trás;

  • Deitado de barriga para baixo, consegue levantar a cabeça por instantes;

  • Ao colo, move a cabeça de um lado para o outro;

  • As mãos estão mais vezes abertas.

 

     SENTIDOS

  • Consegue ver a face do adulto quando se situa a cerca de 30 cm da sua e segue com o olhar o movimento de um objeto;

  • Fixa com o olhar um objeto brilhante que pode acompanhar lentamente com o olhar;

  • Reage a sons altos e súbitos (como, por exemplo, bater palmas, fechar subitamente a porta, sinos, etc.);

  • Qualquer reação é válida: piscar os olhos, franzir sobrancelhas, etc.;

  • Reconhece o cheiro e a voz da mãe;

  • Move o corpo para se expressar e como resposta a estímulos;

  • Emite pequenos sons guturais;

  • Acalma quando a mãe lhe fala suavemente;

  • Quando falam com ele, fica atento, parado e a olhar para o rosto da pessoa.

 

     SINAIS DE ALARME

  • Reduzido tónus muscular (em vez de flexionar os cotovelos e joelhos estes ficam flácidos e estendidos);

  • Não se mantém em situação de alerta nem por breves períodos.

 

 

 

FONTE:https://www.maemequer.pt/desenvolvimento-infantil/desenvolvimento-fase-a-fase/fases-desenvolvimento/tabela-desenvolvimento-infantil-aos-6-meses/

© 2018 Dra. Cláudia Carneiro | Pediatria e Homeopatia

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